Pedido e pagamento no bar sem fila e sem maquininha alugada. O convidado pede pelo celular, paga na hora e mostra o QR Code no balcão. Você acompanha o consumo em tempo real e recebe direto na sua conta.

O convidado espera pra pedir e espera de novo pra pagar. Cada maquininha é um gargalo, e no pico da noite a fila do bar vira a fila da festa inteira.
Maquininha alugada, comanda de papel e alguém de confiança no caixa. Custo fixo que aparece igual na noite cheia e na noite fraca.
No fim da noite você sabe quanto entrou. Não sabe o que vendeu mais, em que horário, nem quanto tempo o convidado esperou.
Nada de instalar aplicativo — é um endereço na web, aberto pelo QR Code do evento. E o bar só abre depois do check-in, então pedido fantasma não existe.
Você vende o ingresso pelo link da festa, com consumação inclusa se quiser. Na porta, a portaria lê o QR pela câmera do celular — sem leitor, sem lista impressa.
Passou pela portaria, o cardápio destrava no celular do convidado. Quem não entrou não pede: o bar só atende quem está de fato na festa.
Pix, cartão ou a consumação do ingresso — e dá pra misturar. O barman vê a fila em tempo real e confirma a entrega; o convidado recebe no WhatsApp quando fica pronto.


Você cadastra CPF ou CNPJ e uma conta de qualquer banco. A venda liquida direto pra você pelo provedor de pagamento — o dinheiro não passa pela DreamTech em momento nenhum.
Faturamento, mais vendidos, ticket médio e curva por horário enquanto a festa acontece. Não é relatório do dia seguinte.
Venda ingresso por lote, com consumação inclusa. O crédito entra na carteira do convidado já preso àquela festa e volta pra você em bebida.
A entrada lê o QR do ingresso pela câmera do celular, sem leitor nenhum. Cada ingresso entra uma vez só.
Cores, logo e tipografia do seu evento. O convidado vê a sua festa — o DreamFest fica por baixo.
Quem comprou pro grupo repassa o ingresso pra cada amigo, e a consumação vai junto. Ninguém termina a noite de responsável pela bebida de todo mundo.
Cardápio, ingressos e identidade visual você monta no painel, sem taxa de implantação. A gente acompanha a primeira festa junto.
Não tem hardware pra alugar, instalar ou devolver. O terminal é o celular que o convidado já trouxe.
Uma mensalidade e um percentual sobre o que passa na plataforma, fechados antes de começar. Quem faz evento toda semana paga diferente de quem faz uma vez por ano.
O DreamFest está entrando nos primeiros eventos agora. Quem entra nessa fase fala direto com quem constrói o produto e ajuda a definir o que vem depois.